Recanto das Letras - Publicações

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ausência.

Dói a ausência, as madrugadas se calaram

Vem buscar de volta o que nunca deixou de ser seu

Meus passos estão lentos

"Quando eu voltar pra casa, os meus sonhos já estarão acabados”

“Por que as madrugas estão caladas e meus gritos são de pavor, por não ter a sua presença”

Desintegrando todas as partes de um corpo, e de um copo obscuro

O meu maço de cigarros já não é mais o mesmo quando esta vazio

Expressões da alma não te alegram

Te trarei o pó, as cinzas de um corpo dessangrado

Um dia iras dominar o mundo, e seremos como cobras rastejando aos seus pés sujos de sangue

Por que amor?

Amanhã de manha, o seu telefone ira tocar

E só ouvira um suspiro e as lagrimas caindo

Por que a noite vai, mas a lua não deixa de estar presente.

Um comentário:

  1. Nossa que lindo Paula, você escreve muito bem, gostei bastante dessa parte aqui:
    .....o seu telefone ira tocar e só ouvira um suspiro e as lagrimas caindo, porque a noite vai, mas a lua não deixa de estar presente...
    ficou demais =D

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