sexta-feira, 17 de julho de 2009
Sabe-se que...
controle e o excesso degradado Meu carma, minha cama, alma em problema.
Seriamos diferentes, se tão perto e tão ausentes, fossemos distintos.
Falhou os pés, faltou sermão. O quente do calor, e o calor do colo de
casa. Os telefones tocam com pressa E são limões que nos azedam, e que
trocados por milhões de outros gostos nos fazem errar. Irmãos de mãos
dadas, mas atadas. Meninas mal amadas, mal-tratadas, arrancadas de uma
juventude decadente... Diferente. Sistema irracional, que não se
compromete Se jogam e batem de frente, entre amarelos e vermelhos...
Hematomas e ligamentos que nos desligam da realidade, da dor... Espasmos
e espelhos, que me entojam e me deixam de pernas para o ar...
Sem ar, sem voz, sem nó, sem nós... a sós.
Pedaços.
oo, sem amigos. Sem pés e mãos, sem poder agir.
anhum sofrimento e arrependimento. Querendo consolo, esperando sonhos que no fim sempre se despertam
Ausência.
Dói a ausência, as madrugadas se calaram
Vem buscar de volta o que nunca deixou de ser seu
Meus passos estão lentos
"Quando eu voltar pra casa, os meus sonhos já estarão acabados”
“Por que as madrugas estão caladas e meus gritos são de pavor, por não ter a sua presença”
Desintegrando todas as partes de um corpo, e de um copo obscuro
O meu maço de cigarros já não é mais o mesmo quando esta vazio
Expressões da alma não te alegram
Te trarei o pó, as cinzas de um corpo dessangrado
Um dia iras dominar o mundo, e seremos como cobras rastejando aos seus pés sujos de sangue
Por que amor?
Amanhã de manha, o seu telefone ira tocar
E só ouvira um suspiro e as lagrimas caindo
Por que a noite vai, mas a lua não deixa de estar presente.
Desabafo
Tão curta é essa culpa, tão tola é a razão de me sentir culpada. Minha culpa encontrada debaixo de lençóis brancos, junto com a poesia da noite passada.
Um aperto forte e estranho, faltando rasgar meu peito e o frio na espinha vem junto com a brisa gelada que balança meus cabelos.
Encontrei na hora errada o que procurava a tempos, desisti muito tarde do que ainda está por vim. Meus pensamentos se contorcem, fundindo-se um no outro, devastando os sentimentos bons e trazendo medo e fúria.
Não é a primeira vez, e tudo esta se repetindo como antes. Quando acaba é por que nunca começou de verdade.
Onde esta o sol? O céu, e as promessas mal cumpridas?
Onde esta nossa esperança reprimida, e a coragem repulsiva?
Sinto-me Esgotada, minha cabeça dói e minhas pálpebras estão se fechando.
As lagrimas já chegaram e a minha fúria as alimentam. Sem conseguir controlar as deixo brotar e vou Junto, encontrando cada centímetro da minha face.
Minhas mãos tremem, e a calçada esta vazia, como meu peito agora.
Maus pés descalços sobre o chão gelado, mas meu coração na para, e não sara a ferida que tem seu nome, e a angustia me consome.
Sina, certeza que esse é o titulo que se dá para coisas que acontecem respectivamente na vida de uma só pessoa, esse é o meu carma, me desandou, que me destruiu.
[04/junho/2009]