Os meus dedos tremem, e meus olhos choram
Garganta apertada, o medo do medo me domina
E o modo com que isso chega, me faz mal, me destrói.
Faz frio, não mais importa, turbinas estão em movimento, e minha mente dispara.
Minhas mãos se elevam atrás de solução, meus joelhos caem nsolo, nenhum ouvido, sem abrig
E lagrimas, lagrimas, lagrimas. Ninguém a vista, nenhum coo, sem amigos. Sem pés e mãos, sem poder agir.
, a escolha sendo minha Não querendo recolher-me, sem deixar de lado ne
E meu inferno continua, de labareda em labaredanhum sofrimento e arrependimento. Querendo consolo, esperando sonhos que no fim sempre se despertam
os pedaços, por que se depender de mim, não
Felizmente a infelicidade só é um contrario E quem permanece? O fim não chegou? Quem conseguir pegue vou me remontar mais uma vez.
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