Onde eu me encontro e me desencontro ao mesmo tempo
Onde choro e posso ter medo do escuro sozinha,
Onde eu não preciso perguntar se posso ou não, apenas faço.
Onde eu lembro, e esqueço de tudo que vivi no dia
Onde eu rio, grito e tremo
Onde dói a ausência
Onde faz falta a presença, sendo que seria a mesma coisa.
Quando as ondas chegam na areia e tocam meus pés
Quando deito na calçada e vejo a lua cheia
Onde escrevo poesias, e faço canções
Onde me lembro dele, e aperta o coração
Onde a saudade cresce e se aflora onde a lagrimas chagam sem convide
O sorriso prossegue
Que o medo escorregue
Onde tudo faz falta
Onde o abraço faz lagrimas
Onde reflito, e se não quero grito
Onde o pai se torna filho, e o filho se faz o que quer
Onde se perdem, ou nos encontramos
Onde existo, me visto, me sinto.
Madrugada
Algo mestiço
Amáveis e sinistros
Paixão constante,
Um vício.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Batimentos de um coração
O chão está caindo
O céu esta subindo
Estou perdendo a respiração
Os batimentos do meu coração
A lua esta surgindo
Crianças estão sorrindo
Que o futuro seja bem vindo
E os batimentos do meu coração
Minha vida esta sumindo
Que o céu seja bem-vindo
Tem uma bala em minha direção
Perfurando o meu coração.
O céu esta subindo
Estou perdendo a respiração
Os batimentos do meu coração
A lua esta surgindo
Crianças estão sorrindo
Que o futuro seja bem vindo
E os batimentos do meu coração
Minha vida esta sumindo
Que o céu seja bem-vindo
Tem uma bala em minha direção
Perfurando o meu coração.
Mãe
E seu olhar profundo que me olha estranhamente
Os seus seios salientes e sua calça a rasgar
Você me estressa cada dia mais
Cada dia mais me estressa
Seus negros cabelos,
A sua pinta na face
A sua boca tão doce
Era apenas um disfarce
Uma franja no olhar,
Um sorriso sincero
Gestos calmos
Um amor fraterno
Suas pernas a cruzar
Suas coxas se ressaltam
O desejo a saltar
No meu pai que é um garoto
Filhos não sabem contar historias
Pais, não sabem fazer poesia
Mães que amam caladas
Se expressam nessas tristes linhas frias.
Uma das melhores, homenagens a parte.
domingo, 29 de março de 2009
Eu preciso?
Eu não preciso
Desses ossos e balas
Vícios, amigos...
De dramas e riscos
Sapatos caros
Brincos
Ratos e magos
Plumas, turnas
Respostas, e apostas
Propostas
Entendimentos são
O que meus pés representam
Chamas e coração
E não preciso de nada disso
Vivo de livros e benções
E pulo abismos
Desses ossos e balas
Vícios, amigos...
De dramas e riscos
Sapatos caros
Brincos
Ratos e magos
Plumas, turnas
Respostas, e apostas
Propostas
Entendimentos são
O que meus pés representam
Chamas e coração
E não preciso de nada disso
Vivo de livros e benções
E pulo abismos
domingo, 22 de março de 2009
WALL·E
"E se a humanidade fosse embora e esquecesse de desligar o último robô?".
Quando esse filme foi lançado, fiquei morrendo de vontade de assistir...
O tempo passou e Poof! Uma amiga alugou, e eu me aproveitei de sua boa vontade
Assisti!
Quem não se fascina com robozinho que fica sozinho no planeta Terra que foi soterrado pelo lixo da humanidade, no entanto, continua funcionando, e passa a vagar pelo planeta realizando a tarefa a qual ele foi programado a fazer, e por muitos anos ele trabalha colecionando inúmeros artefatos humanos que ele encontra durante a limpeza. Entre eles, estão um cubo mágico, um aparelho de VHS e uma fita de seu filme favorito, Hello, Dolly!
WALL-E vive apenas com a companhia de uma baratinha. (Isso chamou minha atenção, numa terra devastada, ainda resta uma barata, uahsuahsuahs.)
A inteligência e curiosidade de WALL-E me encantou. Isso só no começo do filme.
Ao decorrer do longa surge EVA, uma robozinha do futuro. (linda! *-* )
Pronto , não é que ele se apaixona por ela...
O dialogo dos dois é ótimo:
-EVA!
-WALL-E, EVA
Não vou contar o resto da trama, pois vai a critério e gosto de quem assistir o filme...
A Pixar como sempre dando um show. (Animação é o que Há!)
Do mesmo Diretor de Procurando Nemo (Outro filme pelo qual sou apaixonada.)
Quando esse filme foi lançado, fiquei morrendo de vontade de assistir...
O tempo passou e Poof! Uma amiga alugou, e eu me aproveitei de sua boa vontade
Assisti!
Quem não se fascina com robozinho que fica sozinho no planeta Terra que foi soterrado pelo lixo da humanidade, no entanto, continua funcionando, e passa a vagar pelo planeta realizando a tarefa a qual ele foi programado a fazer, e por muitos anos ele trabalha colecionando inúmeros artefatos humanos que ele encontra durante a limpeza. Entre eles, estão um cubo mágico, um aparelho de VHS e uma fita de seu filme favorito, Hello, Dolly!
WALL-E vive apenas com a companhia de uma baratinha. (Isso chamou minha atenção, numa terra devastada, ainda resta uma barata, uahsuahsuahs.)
A inteligência e curiosidade de WALL-E me encantou. Isso só no começo do filme.
Ao decorrer do longa surge EVA, uma robozinha do futuro. (linda! *-* )
Pronto , não é que ele se apaixona por ela...
O dialogo dos dois é ótimo:
-EVA!
-WALL-E, EVA
Não vou contar o resto da trama, pois vai a critério e gosto de quem assistir o filme...
A Pixar como sempre dando um show. (Animação é o que Há!)
Do mesmo Diretor de Procurando Nemo (Outro filme pelo qual sou apaixonada.)
domingo, 15 de março de 2009
Mamma Mia! O filme
A mãe, a Filha e três caras que podem ser ser o pai.
Acabei de assistir esse filme, e pra quem gosta de musicais (assim como eu), e muito mais pra quem gosta do ABBA, é um ótimo filme.
A atuação da Meryl Streep como sempre maravilhosa, alem de ser uma grande atriz, a mulher ainda se mostrou como boa cantora.
[Mamma Mia! é um filme musical de 2008, adaptação ao cinema da peça musical, baseado nas canções do grupo popp sueco ABBA.]
Acabei de assistir esse filme, e pra quem gosta de musicais (assim como eu), e muito mais pra quem gosta do ABBA, é um ótimo filme.
A atuação da Meryl Streep como sempre maravilhosa, alem de ser uma grande atriz, a mulher ainda se mostrou como boa cantora.
[Mamma Mia! é um filme musical de 2008, adaptação ao cinema da peça musical, baseado nas canções do grupo popp sueco ABBA.]
sábado, 14 de março de 2009
Só para lembrar.
Não mato, e jamais pretendo tocar em um corpo sem vida, parece que estaria me poluindo, me sujando de uma carne podre. O homem já morto poderia até sem um bom homem, mas que se dane, não deixa de ser um humano, algo (ou alguém) que já teve vida, com certeza erros também.
Cada dia que passa o meu ódio prevalece, a fúria toma o meu peito, e desprezo por esse ser que por vezes é divino, mas muitas vezes desprezam sua “divindade”.
Cada um mais pobre de espírito que o outro, e não ligam para o que existe ao redor. Isso que me aflige, e indigna e me deixa sem palavras.
Eu não sou ”A Sra. certa”, e nem a dona da razão, tenho meus erros, e não os escondo. Talvez me arrependa, também não foi nada prejudicial a ninguém a não ser a mim mesma, então o que os meus erros têm a ver com a vida das pessoas?
Hoje todos se preocupam tanto com a vida alheia que se esquecem da própria, assim construindo uma cadeia, onde eu cuido da sua vida, e “fulano” vida da minha, e assim vai indo, chega o dia que ninguém mais vive para si, acaba-se vivendo para os outros, que por vezes não se auto-conhecendo.
E com isso a podridão do mundo aumenta mais.
Quando me acho estranha nesse mundo, por hora me confundo, escrevo de tudo, leio e releio livros, e vejo que az vezes isso pouco importa. Por mais que eu só pense na minha vida, será que um dia vai ter alguém por quem vou ter que ajudar a viver?
Me confundo com minha próprias palavras e choro com meus próprio textos, sejam bons ou ruins. Por um tempo procurei viver só, consegui muito pouco com isso, apenas a base o autoconhecimento.
Mas também vejo, que o tempo em que estou rodeada por muitas pessoas, mais da metade me odeiam, e o melhor disso é que não e importo mais.
É sempre bom ter pessoas que gostam de você, isso já percebi. Mas como diz minha mãe: isso não é essencial.
Minha mãe, ah a pessoa que mais me deu conselhos, acho que se eu estivesse seguido á todos não teria passado por metade dos apuros que passei. Aquele que falar que discordar da mãe é certo, levaria um tapa na cara.
Olha que tenho só dezessete anos, a idade da rebeldia como dizem por ai, mas de uns tempos pra cá vi que os conselhos da minha mãe são os melhores, e graças a eles eu consigo seguir em frente.
E assim, com ódio do ser humano, sozinha e acompanhada, seguindo os conselhos da minha mãe, vou seguindo. Pro caminhos às vezes engraçados ou tenebrosos, mas vou seguindo.
Levo minha fé comigo aonde vou, pois só assim, eu sei que poderei seguir em frente. Minha confiança em Deus hoje é a minha absoluta certeza de conforto e abrigo.
Cada dia que passa o meu ódio prevalece, a fúria toma o meu peito, e desprezo por esse ser que por vezes é divino, mas muitas vezes desprezam sua “divindade”.
Cada um mais pobre de espírito que o outro, e não ligam para o que existe ao redor. Isso que me aflige, e indigna e me deixa sem palavras.
Eu não sou ”A Sra. certa”, e nem a dona da razão, tenho meus erros, e não os escondo. Talvez me arrependa, também não foi nada prejudicial a ninguém a não ser a mim mesma, então o que os meus erros têm a ver com a vida das pessoas?
Hoje todos se preocupam tanto com a vida alheia que se esquecem da própria, assim construindo uma cadeia, onde eu cuido da sua vida, e “fulano” vida da minha, e assim vai indo, chega o dia que ninguém mais vive para si, acaba-se vivendo para os outros, que por vezes não se auto-conhecendo.
E com isso a podridão do mundo aumenta mais.
Quando me acho estranha nesse mundo, por hora me confundo, escrevo de tudo, leio e releio livros, e vejo que az vezes isso pouco importa. Por mais que eu só pense na minha vida, será que um dia vai ter alguém por quem vou ter que ajudar a viver?
Me confundo com minha próprias palavras e choro com meus próprio textos, sejam bons ou ruins. Por um tempo procurei viver só, consegui muito pouco com isso, apenas a base o autoconhecimento.
Mas também vejo, que o tempo em que estou rodeada por muitas pessoas, mais da metade me odeiam, e o melhor disso é que não e importo mais.
É sempre bom ter pessoas que gostam de você, isso já percebi. Mas como diz minha mãe: isso não é essencial.
Minha mãe, ah a pessoa que mais me deu conselhos, acho que se eu estivesse seguido á todos não teria passado por metade dos apuros que passei. Aquele que falar que discordar da mãe é certo, levaria um tapa na cara.
Olha que tenho só dezessete anos, a idade da rebeldia como dizem por ai, mas de uns tempos pra cá vi que os conselhos da minha mãe são os melhores, e graças a eles eu consigo seguir em frente.
E assim, com ódio do ser humano, sozinha e acompanhada, seguindo os conselhos da minha mãe, vou seguindo. Pro caminhos às vezes engraçados ou tenebrosos, mas vou seguindo.
Levo minha fé comigo aonde vou, pois só assim, eu sei que poderei seguir em frente. Minha confiança em Deus hoje é a minha absoluta certeza de conforto e abrigo.
Escolhas
Decidi escrever pra afagar um pouco disso, deixar surdo algo tão inerte
Resolvi despejar em palavras a bagunça que se encontra dentro do meu ser
Onde deixo de ser quem sou e passo a ser algo que não se explica
Se asas eu tivesse, se a liberdade eu conquistasse por segundos, tudo seria mais calmo
Queria devastar essa onda de magoas, depois poder nadar em um mar de alegria, sem precisar fingir ser quem não sou; largar essa capa de proteção pelo caminho, e viver sem ressentimentos, ser quem quero ser, encontrar meu futuro na próxima porta, mas quero chegar até lá sem precisar fingir. Escolher meu caminho se tornou tão mesquinho, os muros parecem mais altos e as escalas mais cansativas, e me retraio, com medo de me tornar mais uma pessoa hipócrita (nesse mundo de meu Deus), que se recusa a enxergar seus próprios erros. Vou caminhar de um jeito, não sei se o certo, mas o que me faz melhor.
Resolvi despejar em palavras a bagunça que se encontra dentro do meu ser
Onde deixo de ser quem sou e passo a ser algo que não se explica
Se asas eu tivesse, se a liberdade eu conquistasse por segundos, tudo seria mais calmo
Queria devastar essa onda de magoas, depois poder nadar em um mar de alegria, sem precisar fingir ser quem não sou; largar essa capa de proteção pelo caminho, e viver sem ressentimentos, ser quem quero ser, encontrar meu futuro na próxima porta, mas quero chegar até lá sem precisar fingir. Escolher meu caminho se tornou tão mesquinho, os muros parecem mais altos e as escalas mais cansativas, e me retraio, com medo de me tornar mais uma pessoa hipócrita (nesse mundo de meu Deus), que se recusa a enxergar seus próprios erros. Vou caminhar de um jeito, não sei se o certo, mas o que me faz melhor.
Distorção
Meus olhos cerrados cintilam
Minha boca fechada se distorce
O coração contorce
É o que tenho é minha fé que me move
O tempo se diz amigo da lei, mas a mim ele prende, e com ele eu disputo formas de viver, de conviver.
No horizonte eu encontro força, mas só por alguns minutos, que se perderão pela eternidade do sol.
Não há mais brilho nos meus olhos, pois eles se perderam com as forças que eu tentava guardar.
Me dói o pensar, me dói as escolhas, me dói o medo de sentir.
Não sei mais o que virá, antes eu tinha o que esperar, hoje só vejo terra e pó...
Mas o horizonte me chama, e clama pela minha presença, pelo meu rastejar, pelas minhas lagrimas que escorrem interminavelmente.
Mas o sol insiste, e não desiste de nascer, por todos os dias. Trazendo e escondendo, minha fraqueza, minha tristeza, minha infame e sangria alegria sozinha.
Minha boca fechada se distorce
O coração contorce
É o que tenho é minha fé que me move
O tempo se diz amigo da lei, mas a mim ele prende, e com ele eu disputo formas de viver, de conviver.
No horizonte eu encontro força, mas só por alguns minutos, que se perderão pela eternidade do sol.
Não há mais brilho nos meus olhos, pois eles se perderam com as forças que eu tentava guardar.
Me dói o pensar, me dói as escolhas, me dói o medo de sentir.
Não sei mais o que virá, antes eu tinha o que esperar, hoje só vejo terra e pó...
Mas o horizonte me chama, e clama pela minha presença, pelo meu rastejar, pelas minhas lagrimas que escorrem interminavelmente.
Mas o sol insiste, e não desiste de nascer, por todos os dias. Trazendo e escondendo, minha fraqueza, minha tristeza, minha infame e sangria alegria sozinha.
Anjo Rafael
A chuva não se cala, enchendo minha mente de presenças ocultas, à noite assim para, nas buscas infinitas de coisas que fazem o bem, de noite o amargura invade meu quarto, com raios e tempestades que infiltram nas paredes, meus membros não se mechem, meus olhos não se fecham, me calo e tenho reflexos
A porta se abre, entra no meu coração uma pessoa quê se acaba
Quem éramos, quem sou, o nosso futuro esta aqui ou acabou?
Da janela vejo a rua, lá fora o jardim cada dia mais lindo, e a chuva me ignora, os ônibus passam me livram de longos passos, minha mente adormecida por algo que não sei explicar
Lá esta ele no parapeito da janela, sabia que vinha, em busca dela. Meu anjo da guarda, pequeno Rafael, dos olhos azuis, menino fiel, louros cabelos, sorria, mas eu não podia me mexer, e percebi que tinha algo diferente, ele não podia agir, e se calava, não falava, me olhava, meu o coração o sentia, o via e apenas sorria.
Suas asas doíam, algo o afligia, com grande agonia, pequeno Rafael, o menino que morria, eu sentia, não existia mais alegria, só havia agonia. Assim sumia, morria, minha vida ficava vazia, novamente ficava sozinha, sem anjo, sem amigo, sem ombro e sem suas asinhas. Meu ar fluía, o sono chegou e me fez companhia.
Ele sofria, eu sabia que suas asas caiam, mais um anjo caído, na minha vida surgia, pelo vidro suas lagrimas caiam, assim ia meu anjo, sem passo, sem vôo, sem ar.
Anjo menino pequeno, que me ensinou a amar.
A porta se abre, entra no meu coração uma pessoa quê se acaba
Quem éramos, quem sou, o nosso futuro esta aqui ou acabou?
Da janela vejo a rua, lá fora o jardim cada dia mais lindo, e a chuva me ignora, os ônibus passam me livram de longos passos, minha mente adormecida por algo que não sei explicar
Lá esta ele no parapeito da janela, sabia que vinha, em busca dela. Meu anjo da guarda, pequeno Rafael, dos olhos azuis, menino fiel, louros cabelos, sorria, mas eu não podia me mexer, e percebi que tinha algo diferente, ele não podia agir, e se calava, não falava, me olhava, meu o coração o sentia, o via e apenas sorria.
Suas asas doíam, algo o afligia, com grande agonia, pequeno Rafael, o menino que morria, eu sentia, não existia mais alegria, só havia agonia. Assim sumia, morria, minha vida ficava vazia, novamente ficava sozinha, sem anjo, sem amigo, sem ombro e sem suas asinhas. Meu ar fluía, o sono chegou e me fez companhia.
Ele sofria, eu sabia que suas asas caiam, mais um anjo caído, na minha vida surgia, pelo vidro suas lagrimas caiam, assim ia meu anjo, sem passo, sem vôo, sem ar.
Anjo menino pequeno, que me ensinou a amar.
Um tanto Pessimista.
- Um pensamento, ou algo que deu na telha pra escrever. -
Caiu e eu nem percebi, quando senti o estrondo já era tarde demais
O aperto já me enforcara
E meu coração estava em ruínas
As lagrimas já haviam secado antes de perceber
Já se estava perdido com o vento
O tempo gasto foi jogado fora
Foi como um punhal, uma martelada
Uma dor indescritível
Um ferro em brasa no peito
Foi doido e chorado
Eu sabia que uma hora ia acontecer, se tivesse me preparado
Não lhe culpo, e erro foi o sentimento
Pior agora é o ódio que sinto
A fúria injuria, o erro de amar.
Caiu e eu nem percebi, quando senti o estrondo já era tarde demais
O aperto já me enforcara
E meu coração estava em ruínas
As lagrimas já haviam secado antes de perceber
Já se estava perdido com o vento
O tempo gasto foi jogado fora
Foi como um punhal, uma martelada
Uma dor indescritível
Um ferro em brasa no peito
Foi doido e chorado
Eu sabia que uma hora ia acontecer, se tivesse me preparado
Não lhe culpo, e erro foi o sentimento
Pior agora é o ódio que sinto
A fúria injuria, o erro de amar.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Um dia de Janeiro
Conversar com você
Jogar papelzinho
Estourar canudinho
Lançar aviãozinho
Abraço com jeitinho
Sorvete no potinho
Mordida de carinho
Um show, ou um barzinho
Almofadas, trapalhadas, brincadeiras e risadas.
O vento frio que vinha da janela
As gargalhadas que demos de coisas singelas
As guerras de travesseiros ou de joelheiras
As noites na calçada tocando violão
As musicas compostas
Os sonhos sonhados
Os jogos perdidos e ganhados
Choros berrados e calados
Abraços, afagos
Conselhos, ditados
Conversas nas madrugadas
Choradas e caladas
Brigas enterradas
Amigos e amigas
Buscados e guardadas
E no meu coração seguirão pela estrada.
Jogar papelzinho
Estourar canudinho
Lançar aviãozinho
Abraço com jeitinho
Sorvete no potinho
Mordida de carinho
Um show, ou um barzinho
Almofadas, trapalhadas, brincadeiras e risadas.
O vento frio que vinha da janela
As gargalhadas que demos de coisas singelas
As guerras de travesseiros ou de joelheiras
As noites na calçada tocando violão
As musicas compostas
Os sonhos sonhados
Os jogos perdidos e ganhados
Choros berrados e calados
Abraços, afagos
Conselhos, ditados
Conversas nas madrugadas
Choradas e caladas
Brigas enterradas
Amigos e amigas
Buscados e guardadas
E no meu coração seguirão pela estrada.
Assim seja
Que o meu Joelho doa...
Para que eu não precise ouvir suas futilidades diárias...
Que o dia esqueça-se de amanhecer... Mas que eu continue firme e forte nas minhas conquistas...
Que eu chore cada dia mais... Mas que eu não desista dos meus sonhos...
Que eu grite até perder a voz... Mas não vou levar desaforo pra casa...
Que eu sinta raiva... Mas eu não deixarei de respeitar o próximo...
Que eu me esqueça...
Que o mundo se exploda...
Que um joelho não faça mais diferença...
Que eu abra meus olhos e continue esquecendo o que vi e vivi...
Que cada bola defendida me encha ainda mais de felicidade e satisfação (de dever cumprido)...
Que cada ligação que eu atenda seja com noticias felizes...
Que cada carta que eu receba seja possível de responder...
Que eu não me rebaixe aos menores que eu de caráter...
Tenho minha opinião... Minha forma de viver... Vivo pra mim... Pra minha felicidade...
Pois então... A partir de agora que me esqueça... Que não existirei para as coisas ignorantes da vida... Que viva em Nostalgia os fracos... Pois eu também já vivi um dia.
Que deixem de ser falsos, e mentirosos... Como o ser humano é burro!
Ódio... Não sei se essa é a palavra certa, se não for está bem perto disso...
Chorei, gritei e escrevi...
Egoísta? Pode ser... Entenda como quiser.
Para que eu não precise ouvir suas futilidades diárias...
Que o dia esqueça-se de amanhecer... Mas que eu continue firme e forte nas minhas conquistas...
Que eu chore cada dia mais... Mas que eu não desista dos meus sonhos...
Que eu grite até perder a voz... Mas não vou levar desaforo pra casa...
Que eu sinta raiva... Mas eu não deixarei de respeitar o próximo...
Que eu me esqueça...
Que o mundo se exploda...
Que um joelho não faça mais diferença...
Que eu abra meus olhos e continue esquecendo o que vi e vivi...
Que cada bola defendida me encha ainda mais de felicidade e satisfação (de dever cumprido)...
Que cada ligação que eu atenda seja com noticias felizes...
Que cada carta que eu receba seja possível de responder...
Que eu não me rebaixe aos menores que eu de caráter...
Tenho minha opinião... Minha forma de viver... Vivo pra mim... Pra minha felicidade...
Pois então... A partir de agora que me esqueça... Que não existirei para as coisas ignorantes da vida... Que viva em Nostalgia os fracos... Pois eu também já vivi um dia.
Que deixem de ser falsos, e mentirosos... Como o ser humano é burro!
Ódio... Não sei se essa é a palavra certa, se não for está bem perto disso...
Chorei, gritei e escrevi...
Egoísta? Pode ser... Entenda como quiser.
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